quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

In Nomeni Spitirus

Derrepente o peso

A força oculta

A opressão

Eu nem sei de onde vinha

Simplesmente comecei a sentir um dia

Ainda esta aqui a minha volta

O cançaso

Quando percebo minha cabeça já esta curvada

Coloco a mão no rosto

Parece uma dor que não sei de onde vem

Mas não é no meu corpo

Meu Deus!

Derrepente eu caio

Não aguento tanto peso

Me entregar é a única alternativa

Lutei enquanto pude

Estou perdido

Eu abro os olhos e não vejo nada

Todo mundo desapareceu

Uma escuritão que nunca seria poética

Eu juro que nunca me senti assim

Uma solução

Ela sempre esteve na minha mente

Mas nunca foi correta

Mas que se dane!

O que eu posso fazer agora?

Basta que eu mude de lado

Basta estender minhas mãos e serei ajudado

Eu sei que não é real

Mas é a única coisa que eu vejo

Eu lutei a minha vida toda contra isso

Mas agora...

Parece tão fácil!

O caminho certo me afundou

Até não ver mais saída

Mas que droga!

Será?

Eu me levanto cambaleando

Eu não sou mais corpo

Só alma

Meu Deus!

Como eu to detonado

Eu me olho no espelho

Meu rosto demonstra uma exaustão

Enquanto me vejo me perco em pensamentos

Em um segundo me pego olhando pro meu reflexo

Enquanto vejo o estado da minha alma

Derrepente eu percebo

Lá no canto

Olhando pra mim

A presença me faz cair na real que eu não to só

O Mau estava lá comigo

Me esperando...

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